segunda-feira, 11 de maio de 2009

Capri-Sonne







“Caprisónie” era assim que lhe chamávamos, era a loucura do sumo uma autêntica festa da fruta, o anúncio de TV tinha um remate do Pantera Negra que logo de seguida entregava os “Caprisónies” aos putos com cabelo à Fernando Gomes.


A embalagem era fixe para estourar, o som era mesmo alto (há muito tempo que não estouro com as embalagens de sumo/leite), e nos dias de festa na escola primária n.º73 do Covelo era quem mais corria para o recreio por que a matrona da funcionária (sim era mesmo uma matrona) em vez de entregar o leite escolar que tinha as regras dos chocolates kinder (+leche-cacao), entregava o “Caprisónie”. Se algum dos colegas dizia que não gostava de “Caprisónie”, era olhado com desdém (as crianças podem ser cruéis) e mesmo que quiséssemos fazer marosca a matrona sabia quais eram os colegas que não consumiam “Caprisónie” (curiosamente esses gostavam imenso do +leche-cacao).





Incrível já faz 40 anos de vida, ainda no outro dia o encontrei na “Reloute d’Áninhas”, foi a partir daí que passei a ter um respeito único por esse fantástico espaço de restauração.





“Reloute d’Áninhas” – Por baixo da Ponte S. João – Invicta Side (Aberto até de Madrugada)

1 comentário:

catxi disse...

o caprisonne é do melhor,a palhinha foge,mas antes isso que beber bongo